CaixaBank cumpre requisitos de saneamento com lucro de 48 milhões Negócios 19/04/12, 08:58OJE/Lusa A CaixaBank obteve lucros de 48 milhões de euros no primeiro trimestre do ano, aprovisionando 2.436 milhões de euros, informou a entidade do grupo La Caixa (que controla 30,1% do BPI). Com este aprovisionamento, que levou a uma queda de 84% nos lucros face ao período homólogo de 2011, a CaixaBank explica ter cumprido, em apenas um trimestre, as exigências de saneamento impostas pelo Governo. Isidro Fainé, presidente do CaixaBank, explicou aos jornalistas que se tratou de um trimestre em que, à semelhança do que já aconteceu em 2011, se manteve a aposta no "binómio inseparável" de "reforçar a solvência e manter a liquidez, se possível aumentando-a". Estratégia que passa por "melhorar a qualidade dos ativos" e por "fomentar um amplo leque de serviços". As perdas pela deterioração de ativos financeiros e outros alcançam os 960 milhões de euros, sendo que, como refere o grupo em comunicado, "o grande esforço realizado permite aumentar a força do balanço e proteger os resultados futuros". Para o vice-presidente executivo e conselheiro delegado da entidade, Juan María Nin, 2011 foi "um ano histórico" para a entidade, com a reorganização do grupo La Caixa e a entrada em Bolsa do CaixaBank. Tendência que se manteve no primeiro trimestre deste ano, quando se iniciou a operação de integração com a Banca Cívica (resultante da fusão da Cajasol, Caja Navarra, CajaCanarias e Caja Burgos), que estará concluída em meados deste ano. "Os nossos resultados permitem que cumpramos, neste primeiro trimestre, o decreto (sobre saneamento de capital), aplicando-o nas nossas contas e, a partir daqui, continuar com ‘business as usual'", afirmou Nin. "Os níveis de liquidez estão em máximo e continuaremos a reforçar esse saldo, custe o que custar", disse, referindo que a aposta "é no reforço da posição competitiva, na manutenção da força do balanço e no aumento do valor para o acionista". A entidade conta com um core capital de 12,4%, elevando a liquidez para 29.436 milhões de euros, ou 10,6% dos ativos totais. A margem de interesses cresceu 10,2% (para 883 milhões), a margem bruta 8,3% (para 1.672 milhões de euros) e a de exploração aumentou 25,3% (para 889 milhões de euros). O crédito caiu 1,2% (para 183.886 milhões) e o malparado subiu para 5,25%, muito abaixo da média do setor (8,16%). "O setor está a deteriorar-se (no que toca ao malparado) e nós também. E por isso aumentou o nosso malparado. Mas temos um bom rácio de cobertura", explicou Nin. "A grande batalha é a carteira de promotores imobiliários onde o malparado continua a subir, tendo crescido de 25,84 (a 31 de dezembro) para 28,16 por cento (a 31 de março)", disse ainda. Ainda assim, Nin destaca o facto de a entidade ter conseguido 318 milhões de euros (através da empresa BuildingCenter) em operações de venda, aluguer ou compromissos de venda de ativos imobiliários. ![]() ![]() ![]() 19/06/13, 02:49 BPI financia negócios inovadoresO BPI acaba de assinar os primeiros contratos de financiamento ao abrigo da Linha BPI/FEI Inovação com as19/06/13, 02:05 Coface Serviços Portugal muda para IGNIOSCom o objetivo de reafirmar a sua identidade e marcar um novo posicionamento, a Coface Serviços Portugal19/06/13, 01:03 Commerzbank corta 5 mil empregosO Banco alemão Commerzbank vai eliminar 5 mil postos de trabalho em todo o mundo, o correspondente a 10% dos
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